// Entrevista Dmtrius Cotta

Dmtrius Cotta deixa direção do Departamento de Galerias de Arte e a curadoria da Galeria Myralda após 6 anos de serviços prestados ao município e fala com exclusividade sobre o assunto ao //PausaCultural.


Por Clayton Marlon.

No último dia 17 de outubro a população de Sete Lagoas foi surpreendida com o anúncio repentino da exoneração do curador e diretor, Dmtrius Cotta do Departamento de Galerias de Arte, DEGAR, que reúne respectivamente a Galeria Myralda e a Galeria Fernandino Junior, complexo anexo à Casa da Cultura de Sete Lagoas. Em meio a polêmica gerada sobre a perda do profissional e ao envolvimento considerável de Dmtrius com os projetos da galeria, o //PausaCultural, resolveu assim, procura-lo e fazer uma entrevista inédita sobre o assunto e também para falar um pouco sobre arte e cultura. Confira abaixo como foi esta conversa.



//PausaCultural: Para começar, responda para os leitores quem é o Dmtrius Cotta e qual o seu envolvimento com a arte e a cultura em Sete Lagoas.


Dmtrius: Obrigado ao Pausa Cultural pela democratização de acesso ao seu espaço e a oportunidade para falar à população que acompanhava meu trabalho e que continua buscando informações sobre os motivos da exoneração repentina. Nesse sentido o Pausa Cultural presta um serviço público e mostra que veio para respeitar a condição de um povo esclarecido e que deseja colaborar, além de pagar seus impostos que são usados para administrar o bem publico - dentre esses; a cultura. Meus sinceros agradecimentos, mas respondendo à pergunta:


Sou nascido e criado em Sete Lagoas, 53 anos. Formado em Comunicação Social e possuo licenciatura em Educação Social para atuar com essa pasta. Além de ser artista plástico com várias exposições no Brasil e algumas internacionais (Alemanha, Itália e República Tcheca) e premiações nacionais. Tenho o privilégio de ter sido um dos curadores do maior evento privado criado e desenvolvido em Sete Lagoas que foi Festival Veredas Internacional de Humor Gráfico, realizado pelo Instituto Veredas de Cultura e Multimídia em 2015. Envolvendo mais de 200 artistas de 36 países com um total de mais de 500 obras inscritas.


Fui também Presidente da Associação dos Artistas Plásticos de Sete Lagoas, APLAS. Sou membro efetivo da Academia Sete-Lagoana de Letras. E possuo várias condecorações outorgadas pelos executivo e legislativo de Sete Lagoas.


Interrompi minhas atividades artísticas para desenvolver na cidade o hábito do diálogo cultural - ou intermediar proposta - entre o poder público e o nosso publico alvo primário que são os artistas visuais e o secundário que é a população interessada nessa categoria artística, incluindo as escolas e as suas demandas. É a primeira vez que possuo oportunidade e nomeação - pelo 1º setor - para atuar à frente do DEGAR, o Departamento de Galerias de Arte, subordinado à Secretaria Municipal de Cultura e Juventude.



//PausaCultural: Dmtrius, citando agora especificamente a Galeria Myralda, como que surgiu o convite para a assumi-la? Fale-nos um pouco sobre isso, por favor!


Dmtrius: Inicialmente o convite foi dividido para Adriana Drummond, Frederico Rocha, Luciano Ribeiro e Eu. Seria uma junta curatorial proposta pelo Ex Secretário da Pasta da Cultura, Frederico Antoniazzi, na administração do Maroca. Atuávamos, na época, no penúltimo ano dessa administração. Posteriormente os demais colegas, por motivos compreensíveis, foram se afastando e eu fiquei sozinho à frente da Galeria...



// PausaCultural: Mas... E sobre a sua relação com a Galeria Myralda? Como realmente consolidou ou se construiu (se assim pode-se dizer) todo este envolvimento com o espaço?


Dmtrius: Dando sequência ao meu relato: - Quando me vi sozinho, assumindo a direção da Galeria Myralda, comecei a desenvolver, logo de cara, aquilo que eu achava que faltava para a classe das artes visuais, ou seja; diálogo com o poder público ou, vice versa. Tentei agir convocando artistas para expor e que tinham uma relação tímida com sua própria arte. Eram artistas emergentes e formados por academias de arte de BH e outros que eram autodidatas que não tiveram oportunidade de expor seus trabalhos. Além de tentar resgatar as ações dos quase vinte anos da época que a Dona Myralda era viva e atuava com esse segmento de uma forma muito elogiável, e que infelizmente houve uma ruptura desde essa época. Nesse sentido assumi pensando em fazer meu trabalho da melhor maneira, custasse o que custasse, com salário bom ou ruim... Não importavam quais eram as situações externas. A Galeria não tinha funcionário e era somente eu pra tudo. Posteriormente foi sendo remanejados funcionários para lá e que me acompanhavam até certo momento. Depois a Galeria não tinha mais ninguém e eu fiquei sozinho novamente. O resumo da história é que foi muito acidental o funcionamento do espaço e precisando de assistência de ordem público administrativa. Incluindo aí edital de ocupação que pedi várias vezes; cheguei a escrever um e a enviá-lo para os superiores estudarem e pedindo que agilizasse o processo. O funcionamento da galeria é incompatível com o engessamento da burocracia da prefeitura. O dinheiro que vinha para ela tinha de ser administrado por mim, não por outrem. Nesse sentido, para determinadas exposições, era preciso recorrer a apoiadores externos em troca de divulgação das suas marcas e que repassassem para a exposição específica, aquilo que era necessário para cumprir com a realização do vernissage.



// PausaCultural: Dmtrius, você relatou que por muitas vezes esteve sozinho a frente do DEGAR, então você não tinha um papel único, certo? Fale-nos então, para entendermos melhor, como era a sua rotina desempenhada para a Galeria, por favor!


Dmtrius: Atuei como Diretor/ Curador – não houve uma distinção de função desse binômio prevista pelo organograma de funcionamento da Secretaria de Cultura.


Secundariamente, eu desenvolvia a terceira função que era a de comunicação e “MKT”. Eu planejava, produzia e executava layout e artes finais, além de escrever releases, desenvolver conceitos, fazer a função de Relações Públicas da galeria. Diga-se de passagem, sem hora para trabalhar. Porém, tinha-se de cumprir horário com cartão marcado de entrada e saída. Eu permanecia na galeria entre 9 a 14 horas diárias. Durante os seis anos que prestei serviço à população sete-lagoana essa foi a rotina. Tenho muito orgulho desse feito e não me arrependo.



// PausaCultural: Dmtrius, e quais eram de fato as maiores dificuldades por estar sozinho a frente do DEGAR?


Dmtrius: O fato da galeria não possuir computador e nem internet e muito menos telefone, dificultava e limitava a minha função o que perdurou até um por cinco anos. Logo resolvi isso. Comprei um notebook e um celular com internet. Da galeria manejava contatos com os artistas e dinamizava o funcionamento do espaço. Terminando o expediente voltava pra casa e continuava o trabalho até altas horas da madrugada.


No entanto muita gente comentava sobre a falta de visibilidade da galeria e continuavam a ignorar o funcionamento dela. O fato era que eu não possuía equipe específica para ajudar no planejamento e montagem das exposições. Eu mesmo tinha de por mão na massa, ou seja; pintar o chão, as paredes, adequar os 50 spots da galeria para cada exposição... Criar projetos expográficos etc. Captar apoiadores e, receber o público que visitava as exposições. Eram em média 2 exposições mensais. Claro; as outras duas do mês seguinte tinham de estar prontas no mesmo mês das que tinham sido inauguradas. Isso estrangulava o tempo para buscar os 6 orçamentos entre as gráficas e copiadoras. Essa rotina era todo mês, pois era exigência da secretaria de comunicação.



// PausaCultural: Dmtrius, mas você não recebia ajuda ou apoio externos?


Dmtrius: Os funcionários de outras secretarias que poderiam executar serviços para a galeria, na maioria das vezes, não podiam atender em tempo hábil e aí eu mesmo tinha de fazer o serviço deles. As montagens terminavam muito encima da hora da abertura da mostra, eu mesmo tinha de varrer e passar pano no chão faltando 1 hora para a abertura. E não era raro isso acontecer.


Quem acompanhou as aberturas das exposições testemunham que a cerimonia de abertura eram um evento à parte. Sempre tinham convidados especiais, apresentando música, teatro, performances variadas, etc... Imaginem o tempo que gastava para negociar e criar esses necessários eventos que envolviam outras categorias artísticas e, negociar sua gratuidade?



// PausaCultural: Falando agora especificamente das atividades e das montagens da Galeria, quais foram os projetos de mais destaque ou relevância sob a sua curadoria?


Dmtrius: Foram muitos, mas destaco pela importância diplomática as exposições da Embaixada de Israel e da Embaixada do Uruguay e uma exposição historiográfica onde eu resgatava as memórias dos artistas: Fernandino Junior e Lanza Netto, ambos respectivamente pertencentes à história das artes sete-lagoana. Reverenciados como pilares do nosso patrimônio cultural. A mostra intitulava-se: Nonovigésimo/ A arte sete-lagoana, do Império à República – XIX ao XX século.


Eu tentei implantar um projeto internacional valorizando o diálogo com a produção cultural mundial intitulado “Janelas para o Mundo”, onde consegui realizar somente a primeira edição e trazer o acervo da Embaixada de Israel e do Instituto Histórico Israelita Mineiro. Estipulei contato – na época – com autoridades Indianas, Mexicanas e Portuguesas, pois seriam os próximos países após Israel.


A ideia era que durante os 4 anos do Márcio Reinaldo a cidade mostrasse sua pujança internacional na área da cultura, fechando o ciclo da administração com essa série especial de países. Na primeira investida vi que tinha de retroceder por falta de infraestrutura adequada de RH e apoio logístico e administrativo, e o projeto ruiu. Aliás, foram vários projetos que ambicionava para a galeria que não augurou resultado. Uma galeria de arte vai muito além das paredes para assumir seu posicionamento junto ao município de propositora logo, ela é um eixo cultural importante e uma administração publica deve tomar consciência que seu funcionamento difere dos demais departamentos funcionais da máquina publica. Sem privilégios, mas como uma administração diferenciada, foi o que tentei e o publico que eu recebia lá, precisava disso e teve o tratamento diferenciado.



// PausaCultural: Qual foi a influência considerável desta última administração pública para a galeria, já que você a citou?


Dmtrius: As maiores exposições coletivas - feitas desde a fundação da cidade - foram executadas nessa administração que está saindo, contribuindo assim para a visibilidade da mesma e da cidade. Foram mais de uma centena de exposições com publico médio visitante de 400 a 1200 pessoas/ mês, as outras com publico menor é por que eu não tinha tempo de bater sino e acompanhar a procissão ao mesmo tempo. Para comprovação basta acessar o site da galeria (acesse aqui).



// PausaCultural: Quem, em sua opinião, então perde com a sua exoneração do DEGAR?


Dmtrius: Acredito que todos nós perdemos. A vontade de ver a cidade progredir nessa área e dando às mãos as outras categorias de arte praticadas na cidade, mesmo sabendo de todas as dificuldades para a galeria atuar, foi o que tentei. Logo, a galeria era por demais nova para desenvolver um macro projeto de cultura que por sua vez já era função de secretário e não de um limitado diretor de departamento. Com isso não estou querendo dizer que eu deveria ser secretário, mas sim que o secretário da pasta, atuasse mais junto comigo. Acredito que as coisas poderiam ter tomado outro rumo, principalmente pela politica de parceria publico-privada que tentei sugerir e não consegui me fazer entender por causa do tamanho das ações necessárias que estavam na minha cabeça e não na dele. Por isso eu reclamava assistência administrativa da Secretaria para o departamento que eu dirigia.


// PausaCultural: O que você acredita que foi interrompido (se assim pode-se dizer) com a decisão de sua exoneração?


Dmtrius: Enfim, foi interrompido um ciclo harmonioso de oferta da produção artística com baixo custo e maximização de resultados. Por essa razão eu desconheço a razão da exoneração. Eu poderia trabalhar até o ultimo momento tentando captar recursos para as exposições faltantes se realizarem.


A quem lê atentamente as entrelinhas dessa entrevista me disponho para debelar qualquer mal entendido que eu tenha provocado. Até mesmo antipatia que eu tenha involuntariamente gerado. Mas como não houve conversa... O que digo é que a exoneração inesperada e repentina está provocando um vácuo e distanciamento (por minha parte) da máquina pública, que pode aumentar mais ainda ou, não. Aos cidadãos que não vêm problema nisso, sugiro que revejam suas posturas porque o espaço cultural é necessário para que a administração se faça presente e cumpra seu papel constitucional voltado ao bem estar social e participativo. Não esqueçam que o conceito de uma palavra está vinculado ao que ela desencadeia na prática. Para as atitudes que menosprezam o poder da palavra, é mais catastrófico ainda.


Em neurociência o cérebro continua mandando informação aos dedos das mãos para que esses movimentem, ao passo que o braço já fora amputado.



// PausaCultural: Haviam projetos ainda em programação sobre a sua curadoria?


Dmtrius: Haveriam de acontecer (já agendadas, cujos artistas estavam produzindo para se apresentarem), mais seis exposições que aconteceriam de outubro a dezembro. Não sei nem se vão acontecer ou não. Mal tive tempo de me organizar para notificar aos artistas que ocupariam o espaço, que não haveriam as exposições. Nesse caso o secretário de cultura se prontificou a conversar com os artistas e resolver entre eles. Desconheço o que foi tratado.


Destaco aqui (para responder mais claramente a pergunta), a exposição de pré-comemoração do sesquicentenário da cidade seria um marco dentre aquelas realizações já citadas. Ela se daria por meio da coordenação pedagógica da Professora Natalina e com minha curadoria. Estava sendo planejada desde inicio do ano de 2016. A mostra seria dividida em dois módulos, sendo o primeiro iniciando dia dois de novembro – desse ano de 2016 - e o segundo módulo dando sequencia em novembro do ano que vem. Ambas as datas pré-agendadas evocam o mês em que a cidade comemora seu aniversário. Seria uma exposição à altura dos 150 anos da cidade. Com certeza absoluta! Nessa mostra estariam envolvidas seis escolas com aproximadamente 25 alunos cada, respectivamente com seus professores e contaria com apoio da secretaria de educação e do gabinete da Carol Canabrava, que com muita boa vontade estava acompanhando o desenrolar do projeto. Além de alguns lojistas que bancariam os vidros, presilhas, etc... Como a coordenação didática era da Natalina eu não vi problema, se caso houvesse algum acidente de percalço, e eu não permanecesse no departamento. Seria passada uma carta de anuência à professora/ coordenadora para que continuasse o projeto em 2017



// PausaCultural: Acredita que há algum desabafo de sua parte ou algo a ser feito em meio a tudo isso que gerou essa sua exoneração?


Dmtrius: Acredito que não porque não me sinto oprimido, a não ser pelo fato de não ter cumprido com a população - e os artistas - aquilo que havia prometido em meu plano de ação, ou seja, beneficiá-los ao máximo com minha força de trabalho e produção. Mesmo perdendo o emprego antes do prazo previsto, se me dessem opção eu iria até o fim, mesmo desvinculado da nomeação.



// PausaCultural: Mas Dmtrius, há alguma maneira de você ainda retornar à Galeria, isso em relação a cadeira que ocupava e representava mesmo?


Dmtrius: Não sei ainda, porque a administração pública deve dar apoio aos colaboradores (funcionários) que de fato quer trabalhar pelo povo, dando visibilidade para as ações que a sociedade deseja e em consonância com o pensamento do prefeito e secretário afim. A solução não é simples porque internamente, ou os funcionários efetivos deveriam ser melhores capacitados ou instruídos para trabalharem com os contratados ou, a administração admitir contratados que fossem submissos aos efetivos, no que diz respeito a área de conhecimento especifico. Isso não se dá e aí a tensão interna é muito doentia, porque os efetivos de uma forma geral não querem acompanhar os contratados e muito menos os contratados querem deixar passar sua vez de fazer algo pela secretaria que é lotado. Essa particularidade da administração publica tem de ser equacionada, por que é muito dinheiro escoando pelo ralo e gerando evasão de divisas com espetáculos caros, cujos produtores privados não passam o que nós (funcionários) passamos para manter a máquina administrativa funcionando e ganham muito dinheiro e saem alegres com o município, prometendo voltar. Por sua vez ficar esperando a lei de incentivos, beneficiar espetáculos itinerantes para trazê-los, e logo a seguir o palco ser desmontado e tudo voltar ao ruído dos morros uivantes... Definitivamente não é a saída para a nossa cidade.


Sou a favor de uma cultura autossustentável que tenha expressão em Minas Gerais, no Brasil e no mundo. Nesse sentido, não sei ainda se o novo prefeito tem algum interesse em contratar perfis proativos como o meu. Sou um intraempreendedor e isso pode parecer uma ameaça aos superiores, principalmente aqueles que não conseguem identificar oportunidades e ameaças e vêm tudo da mesma forma e, ainda por cima, não identificando conteúdo que beneficie o município.



// PausaCultural: Dmtrius, para encerrar, pedimos que você deixe uma mensagem aos leitores deste espaço.


Dmtrius: Os leitores do Pausa Cultural que acompanham a nossa cultura nos últimos 20 anos, hão de convir que as ações nessa área foram esmaecendo e alcançando ascensão a partir do governo Maroca e foi crescendo até hoje com a administração do Márcio Reinaldo. Não acredito que essa minha exoneração empobreça o município culturalmente, mas a categoria das artes visuais ficou sem representatividade até mesmo de uma forma efetiva dentro do conselho de politicas culturais. Uma galeria de arte dentro de uma administração pública deve ser vista como algo atípico, não melhor... mas diferente. São poucas as prefeituras do estado de Minas que possuem esse privilegio em ter um bom espaço para exposições e ainda por cima reconhecido por lei e com dotação orçamentária própria. Nesse sentido é que mora a razão das muitas manifestações – algumas radicais - pelas redes sociais lamentando a exclusão do único diretor de galeria de arte - da única galeria, de um município com mais de 250 mil habitantes.


Aos leitores, me sinto muito bem em estar dando essa modesta entrevista e grato ao editor pelo fato de ter tido visão e sensibilidade em estar acompanhando a história das artes da cidade de Sete Lagoas e ter sido o primeiro a aproximar desse assunto sensível e que carece de muito apoio pela imprensa local de um modo criterioso. O Pausa Cultural pode fazer a diferença em Sete Lagoas, continuando a dar ênfase a um jornalismo cultural, inexistente até então. Muito obrigado a todos!



// Reveja abaixo algumas das montagens realizadas na Galeria Myralda sob a curadoria de Dmtrius Cotta:


Aspecto parcial da MOSTRA ISRAEL HATIKVA na Casa da Cultura com índice de visitação chegando a mais de 1300 pessoas em 20 dias de exibição, sendo monitorada por Rofesh Maoz - um Israelense nativo e Sra. Delvânia Maoz - sua esposa poliglota. | Fotos: Arquivo Pessoal.



Mostra Nonovigésimo - A Arte Sete-lagoana do Império à República/ XIX ao XX século – Fernandino Junior e Lanza Netto. Fotos: Arquivo Pessoal.




Mostra artística e Cultural do Uruguay na Casa da Cultura com a presença do Embaixador, do Consul, intelectuais e imprensa Uruguaia. Para essa mostra especial foram reunidos sete artistas mineiros, incluindo artista de Sete Lagoas. | Fotos: Arquivo Pessoal.



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